top of page


CRÍTICA | "Homem-Aranha: Um Novo Dia"
Mais de um quarto de século se passou desde que o Homem-Aranha estreou no Cinema e muita coisa aconteceu nesse período. Claro, muitos vão se lembrar imediatamente dos diferentes atores que vestiram o manto do sexagenário personagem, mas quando ampliamos o escopo, vemos uma franquia que passou pelas mãos de diferentes empresas. A Columbia foi quem venceu a batalha pelos direitos de adaptação das histórias em quadrinhos lá pelos idos de 1999, quando a Marvel travava sua própria
há 5 horas6 min de leitura


CRÍTICA | "Águas Mortais"
Depois de ajudar Tom Hanks a realizar uma amerissagem no bom Sully: O Herói do Rio Hudson (2016), Aaron Eckhart (o Harvey Dent de Batman: O Cavaleiro das Trevas) volta a interpretar um copiloto obrigado a salvar passageiros no meio da água. O que ele não contava é que dessa vez teria de superar também tubarões-tigre famintos. Outro retorno inesperado, mas aos famigerados filmes de tubarão, é o do veterano Renny Harlin, vinte e sete anos após ter dirigido uma das produções mai
há 5 dias3 min de leitura


CRÍTICA | "Futuro Futuro"
Há uma certa tradição no Cinema de gênero em utilizar estilos e convenções como matéria-prima de uma alegoria maior, a base de um discurso a ser apresentado. No caso da ficção científica, especialmente esta dirigida pelo gaúcho Davi Pretto é menos complicado tecer reflexões sobre o abismo que costuma separar ricos e pobres. Na distopia imaginada por Pretto, uma cidade é dividida em duas áreas isoladas, uma povoada por pessoas que não precisam trabalhar porque já possuem dinhe
22 de jul.3 min de leitura


CRÍTICA | "A Odisseia
Depois de Oppenheimer, Christopher Nolan ganhou carta branca da Universal para tirar do papel o projeto que quisesse, uma atitude respaldada não só pelos sete Oscars que conquistou (incluindo os de Direção e Filme), mas também pela bilheteria quase bilionária arrecadada por um estudo de personagem com quase três horas de duração e rodado parcialmente em preto e branco. Uma proeza ainda mais impressionante quando lembramos que não se tratava de uma franquia e nem havia um supe
16 de jul.5 min de leitura


CRÍTICA | "Herança de Narcisa"
Uma mulher sozinha numa mansão envelhecida onde eventos estranhos acontecem. É um tropo clássico de filme de terror, mas que não é fortemente abraçado por Clarissa Appelt e Daniel Dias, parceiros de roteiro e direção deste Herança de Narcisa, longa-metragem que passou pelo Festival do Rio 2025 e chega aos cinemas impulsionado por uma força motriz chamada Paolla Oliveira. Ela interpreta Ana, que resolve passar uns dias na antiga casa de infância para fazer uma limpeza comple
8 de jul.2 min de leitura
bottom of page
















